quarta-feira, junho 18, 2003
Se porventura existir alguem, para além de mim e do meu compincha e das nossas respectivas companheiras, que nos dê atenção e queira compartilhar connosco as suas ideias aqui fica o mail Caesdanados@hotmail.com
Ficamos ansiosos..
Ficamos ansiosos..
And now for something completely different..Desde já desminto qualquer ligação à Não te Prives, essa grande associação para a emancipação dos direitos sexuais.Aliás a esse dito movimento social ou a qualquer outra dessa associações fantasmas que partilham entre si militantes e líderes. A unica associação a que poderia estar associado seria a associação dos amigos da sesta, mas recusaram-me a inscrição visto ter apresentado uma moção de censura ao facto de ter o Mário Soares como sócio honorário. Já agora o Boaventura Sousa Santos como guru. Assim sempre poderiam participar no FSP ( Felatios sem preservativo ).
terça-feira, junho 03, 2003
Cá estamos de novo.Após um fim de semana prolongado, de novo na estrada. Tenho tido particular atenção às noticias vindas dos Estados Armados da América. Sem surpresa oiço Wolfwitz e Rumsfeld desvendarem o que todos esperávamos. As armas de destruição maciça foram um mero pretexto para a invasão do Iraque. Estranho que todos os fiés depositários de George W. no nosso país tenham de um momento para o outro se remetido ao silêncio. Estarão certamente no Iraque, provavelmente algures dentro de um camião laboratório tentando encontrar os maléficos germes letais que tanto medo lhes causavam. De facto é uma chatice os soldados iraquianos serem tão eficientes na lavagem dos tubos de ensaio. A culpa é do Fary, que além de ter ganho a bota de prata ao menino Simão, ainda por cima lava mais de 3000 tubos de ensaio com apenas uma gota.
O nosso querido director J.M.F. escreveu acerca do assunto um editorial de título uma questão incómoda. Com tal título ainda pensei que se tratasse de um mea culpa. Afinal não passava de uma tentativa esfarrapada de desculpar o indesculpável. Devem ser resquícios maoistas.
O nosso querido director J.M.F. escreveu acerca do assunto um editorial de título uma questão incómoda. Com tal título ainda pensei que se tratasse de um mea culpa. Afinal não passava de uma tentativa esfarrapada de desculpar o indesculpável. Devem ser resquícios maoistas.